sábado, 8 de junho de 2019
Onde cabe O Respeito?
Desses textos transpirando raiva e desprezo ao mesmo tempo tenho vergonha, de algumas coisas... ao ler todos novamente me surpreendi com muitas coincidências de comportamentos, me refiro ao problema que atualmente atravesso: Sou vítima de Alienação Parental, mas não vivo o vitimismo.
O mundo está tão de ponta cabeça que se um relacionamento acaba, dá se lugar ao ódio, vivi um relacionamento de 11 anos (se é que posso chamar assim "relacionamento"), pelo fato do que aconteceu após o término, inicialmente me fizeram acreditar que foi amigável o término, até porque foi conversado e consensual, ou foi de acordo de ambas as partes.
Desse relacionamento tive um filho,(que o pai conseguiu provisoriamente a guarda praticando junto o apoio da família paterna Alienação Parental, onde se é possível tomar conhecimento devido a lei 12.318 promulgada em 26 de agosto de 2010).
O discurso das pessoas foi o mais bonito e menos sincero possível.
Como as pessoas não gostavam de mim, ficaram muito feliz por eu estar fora do núcleo familiar deles, e ainda começaram a promover no meu filho a desconfiança, o desprezo, o ódio e demais sentimentos nocivos que uma criança ainda desconhece e não sabe administrar por quem lhe quer bem; a própria mãe(eu).
Não quero aqui julgar pessoas nem questionar conduta mas expor o meu ponto de vista sobre o respeito, no término de uma relação amorosa, ou convivencia, ou união estável ou o nome que mais cai bem. Quando acaba uma relação, não é obrigatório que as pessoas continuem a se gostar, mas o respeito colega ... ah esse cabe em qualquer situação, e em qualquer pessoa provida com o mínimo de escrúpulos.
Não projetar no proprio filho o ódio ou desafeto que se tem de um ex companheiro.
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