segunda-feira, 1 de junho de 2020

Meu Projeto

Há muito tempo, na verdade há anos, e não poucos, tinha em mente por em prática o meu desejo de escrever e compartilhar a minha percepção do que eu tenho passado nesta vida, infelizmente eu não fui muito criteriosa na escolha das pessoas que esperava apoio, e com isso aprendi que eu sou a pessoas que me incentiva. Ou seja, o que eu quero compratilhar é: "Seja você, a pessoa que te incentiva". Vou compartilhar parcialmente coisas que vivi e por muitos anos convivi em união estável, e tal pessoa influenciou muito (não de forma positiva, pois como expus, não fui muito razoavel na escolha da pessoa que dividi por anos a minha vida, pois tinha planos dos quais nunca sairam do papel enquanto eu estava com ela, e depois que acabou consegui por em pratica o que eu quis pra mim, agora a pessoa não deixou derealizar nada, inclusive até o que era pra eu realizar ela tomou a frente, e eu vivia na sombra desta pessoa a ponto de perder a minha identidade. O que eu quero expor aqui é a minha percepção do que eu vivi e vivo da forma mais melhorada possível. Cometi os erros mais desnecessários da minha vida, mas na hora que resolvi parar, as coisas coemçaram a melhorar. COmecei a parar de ser emocional e mais racional.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

O dia em que eu perdi o carro.
Eu perdi meu carro.... Calma, eu explico! Não, não foi por falta de pagamento de parcela, nem por causa do IPVA atrasado, eu estava trabalhando com entrega de comida, baixei um aplicativo para fazer as entregas, não tenho moto e estava chovendo, por isso tive que fazer de carro, até porque eu fazia corridas por aplicativo, sei que não é o sonho das pessoas trabalharem como motorista, mas particularmente eu gosto muito. O GPS que eu estava usando estava perdendo o sinal toda hora, acredito que o aparelho que eu estava usando não estava mais aguentando, ou a internet estava oscilando muito, na hora que o aplicativo apitou para pegar o pedido já começou a ficar recalculando rota, eu achava que ia conseguir realizar pelo menos umas sete ou oito entregas, mas não passei da primeira. Cheguei até o primeiro restaurante, peguei o pedido e fui fazer a entrega, comecei a rodar e o aplicativo me fazia ficar dando voltas nas mesmas ruas, e o combustível que eu estava usando não estava compensand iro, resolvi então deixar o carro por perto e seguir até o destino a pé, li o nome da rua onde deixei estacionado o carro, e fiz a rota a pé, o dono do pedido estava mandando mensagem perguntando devia demorar seu pedido, então me apressei, quando estava na porta o rapaz cancelou o pedido e mesmo assim eu entreguei, e pra voltar? Tinha esquecido o nome da rua onde tinha deixado o carro!!! Mesmo que tenha sido nas imediações de onde moro era um lado que eu não andava muito, do mesmo jeito que estava fazendo com o carro, comecei a rodear quarteirões, e começaram a pagar as ideias mais insanas na minha cabeça, que nunca mais acharia meu carro, me questionei o que estava acontecendo pra eu esquecer o nome da rua que eu conhecia sim, fiquei com um pouco de medo, e do mesmo jeito que eu perdi o carro também achei.... Depois de dar várias voltas no mesmo quarteirão. Quando achei o carro senti um alívio infinito, desliguei o aplicativo e fui pra casa, até essa publicação ninguém tinha conhecimento deste "meu feito". Foi umas das chegadas em casa mais feliz das chegadas felizes na minha casa. Continuei trabalhando com o aplicativo.

sábado, 8 de junho de 2019

Onde cabe O Respeito?

Desses textos transpirando raiva e desprezo ao mesmo tempo tenho vergonha, de algumas coisas... ao ler todos novamente me surpreendi com muitas coincidências de comportamentos, me refiro ao problema que atualmente atravesso: Sou vítima de Alienação Parental, mas não vivo o vitimismo. O mundo está tão de ponta cabeça que se um relacionamento acaba, dá se lugar ao ódio, vivi um relacionamento de 11 anos (se é que posso chamar assim "relacionamento"), pelo fato do que aconteceu após o término, inicialmente me fizeram acreditar que foi amigável o término, até porque foi conversado e consensual, ou foi de acordo de ambas as partes. Desse relacionamento tive um filho,(que o pai conseguiu provisoriamente a guarda praticando junto o apoio da família paterna Alienação Parental, onde se é possível tomar conhecimento devido a lei 12.318 promulgada em 26 de agosto de 2010). O discurso das pessoas foi o mais bonito e menos sincero possível. Como as pessoas não gostavam de mim, ficaram muito feliz por eu estar fora do núcleo familiar deles, e ainda começaram a promover no meu filho a desconfiança, o desprezo, o ódio e demais sentimentos nocivos que uma criança ainda desconhece e não sabe administrar por quem lhe quer bem; a própria mãe(eu). Não quero aqui julgar pessoas nem questionar conduta mas expor o meu ponto de vista sobre o respeito, no término de uma relação amorosa, ou convivencia, ou união estável ou o nome que mais cai bem. Quando acaba uma relação, não é obrigatório que as pessoas continuem a se gostar, mas o respeito colega ... ah esse cabe em qualquer situação, e em qualquer pessoa provida com o mínimo de escrúpulos. Não projetar no proprio filho o ódio ou desafeto que se tem de um ex companheiro.