segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Meação

Temos a tendência de falar sobre o que nos interessa, sobre o que vivemos, sobre o que nos sobrecarrega, sobre o que dói, de defender nosso ponto de vista, mas nem todas as pessoas são assim, tendemos a achar que as pessoas senetem iguais, mas não é assim. Perdemos nosso tempo com coisas e pessoas em vez de reconhecermos o que de bom estamos vivendo, o privilégio que temos, perdemos tempo pensando em coisas que fogem ao nosso controle. Eu quero aqui fazer uma série de agradecimentos; pelas poucas pessoas que posso contar, pelo poder que tenho de escolher a qualidade de pessoas que posso conviver, e pelas pessoas que sou obrigada a lidar vez ou outra. Sou grata por todas as coisas ruins que me fizeram passar, serviu de aprendizado, a não cultuar meu ego, me ensinaram a ser paciente, aprendi com tais pessoas que não posso delegar a minha felicidade na mão ninguém, que não preciso concordar com as pessoas, que não preciso ficar onde não me cabe, que não sou responável pela felicidade e bem estar de adultos. Sou grata por ter a certeza de que eu prefiro perder pessoas do que fazer pressão psicologica, ou chantagem emocional para obrigar pessoas a ficarem ao meu lado. Que não tenho que me justificar, ou me preocupar com a campanha de difamação que me é imputada, ainda que quem se vale de campanha de difamação, saiba que isso é crime previsto em lei ainda se vale disso, pois a justiça o apoiará. Não sou responsável pelo que as pessoas fazem ou pensam, sou responsável por mim. Sou grata por saber que não tenho obrigação em obedecer pessoas que acham que devo adoração a elas, e por sentir gratidão por essas coisas que eu resolvi compartilhar isso onde eu quiser, e escolho compartilhar isso aqui. Sou grata ainda por não julgar as pessoas, por saber que não sou mais nem menos, que respeito cabe em qualquer lugar e qualquer situação, e não me cabe cobrar o mesmo das outras pessoas. Sei ainda que pessoas (nem todas graças a Deus), sustentam um discurso totalmente alheio a sua real personalidade, e que leva se tempo (as vezes muito) para o enganado se dar conta disso, esse escrito é a meação de um relato, e uma dedicatória a pessoas que foram vítimas de vampiros emocionais, que tiveram roubadas a sua personalidade e que estão buscando a recuperação.

domingo, 13 de setembro de 2020

Meu Portfólio

meu hobby . . . . . . . . . . . . . .

Minha Gratidão

Não são todas as pessoas que tem o privilégio de amadurecer e ressignificar coisas e pessoas, não são todas as pessoas que tem a sensibilidade de reconhecer as coisas boas que lhe aconteceram em meio ao caos. Não são todas as pessoas que decidem aprender que não se deve delegar a NINGUÉM a responsabilidade de estar bem, de ser feliz, não são todas as pessoas que aprendem que as pessoas não são cem por cento confiáveis, as pessoas estão acostumadas a reclamar, não são todas as pessoas que arriscam a pensar por si só quando o outro lhe impõe que o certo esta totalmente contrário do que você pensa. Independente de lugar geográfico que eu esteja, sei o quanto eu sou privilegiada por mais um dia, por mais uma chance, eu resolvi levar as coisas que acontecem como aprendizado, em vez de reclamar, não tenho a necessidade de controlar coisas e pessoas, tenho motivos para agradecer, tenho pessoas pelas quais sinto me privilegiada de tê las a meu redor, e estão por que querem, não por chantagem emocional, ou pressão psicologica, e se não estivessem comigo também, estava tudo bem, porque não tem nada mais bonito que ver as pessoas livres; para amar, ou odiar; para o bem ou para o mal, porque as pessoas tem o livre arbitrio, por mais que outras achem que pessoas são propriedades. E aos que precisaram me prejudicar, de alguma forma, contribuiram para a minha evolução, porque se eu tiver inclinada a ser uma pessoa melhor, tudo vai contribuir neste sentido. Tenho mais motivos para abrigar em mim toda qualidade de sentimentos autodestrutivos do que o contrário, tenho porém, a liberdade de decidir me isentar de todo sentimento nocivo, se eu quiser e ninguém pode me impor o contrário. A minha paz é mais valiosa que o ego, já relatei partes de uma história real de relacionamento abusivo (ninguém precisa sofrer violência física para que seja abusivo, basta a psicológica), e essa situação tem sido tão corriqueira que até as leis tem se atualizado neste sentido, a violência psicologica já é (sem tempo reconhecida) pela lei, um exemplo disso é a pratica de induzimento ao suicidio previsto no código penal (lei 13.968). A gratidão é um exercício que compensa, que vale a pena, é o bem estar que tanto se procura em lugares errados, somos moradas de sentimentos e nós, quem decimos qual sentimentos devemos abrigar, isso esta ligado diretamente na qualidade de pessoas que decidimos estar cercados, as vezes lidamos com pessoas que parecem "sugar" a nossa energia, ao ponto de ficarmos emocionalmente desgastados, e nos causam uma falsa impressão de que nos fazem bem, quando nos damos conta o estrago esta feito há muito tempo, e é sozinho, que temos que nos recuperar, quando a recuperação é possível, o que não acontece na maioria dos casos. Não esta ao nosso alcance educar as pessoas, muito menos se são pessoas adultas, esta ao nosso alcance decidirmos se precisamos ou não aturá- las, e infelizmente nem sempre podemos cortar o vínculo ou contato, então nos cabe desenvolver uma defesa. A nossa mente tende a ser preguiçosa, e as vezes (quase sempre) precisamos nos posicionar com firmeza diante de coisas e pessoas, precisamos questionar sim, ainda que isso custe a desaprovação de nossos afetos, é nessa hora que sabemos se somos respeitados, ou seremos atacados com chantagem emocional ou pressão psicologica sutil quase imperceptível. Mas quando cito a gratidão, me refiro a ela depois de uma situação de caos, julgo que a gratidão do privilégio e do aprendizado é uma postura positiva diante da vida que nos ajuda a nos manter de pé e a seguir. Quando enganamos os outros, enganamos primeiro a nós mesmos e só pessoas que foram enganadas consegue interpretar esse sentimento, sermos honestos conosco, não nos obriga a sermos desonestos com o outro. A razão deve sobrepor a emoção, não é porem sensato sufocar a emoção, é prudente sopesar, uma vez que ambas são necessárias para a saúde emocional, quando sentimos sobrecarga em vista de uma relação, algo esta errado, muito errado e desproporcional, não se deve em nenhuma hipótese ter que se sujeitar a abrir mão de uma pessoa em razão da outra quando há imposição de uma das duas, a escolha deve ser livre e não imposta, quando há imposição, logo há algo muito errado.

domingo, 6 de setembro de 2020

Violência Psicológica e a Alienação Parental

Tudo começa no pensamento, que desperta o sentimento, não existe uma regra de qual vem primeiro, isso é de pessoa, as que são impulsivas, primeiro sentem depois pensam, as racionais promeiro pensam e depois sentem. A inteligência emocional é um termo recente, vindo junto com outros termos recentes(só os termos porque as atitudes sempre existiram, só não tinham nome). A violência existe desde que o mundo é mundo, mas a percepção da violêcia emocional também é recente ao ponto de começar a ser percebido pela justiça, algumas "manobras" de manipulação, são previstas como crimes no código penal, como o crime de estelionato, quando o agente persuade a vítima a dar lhe dinheiro enganando a, sem precisar usar a violência física, atitudes como ameaça, co ação, interferência emocional que cause dano psicologico, também cabe punição, ainda que não seja penal,peloo menospor enquanto. Uma prática que vem ganhando conhecimento e que sempre existiu foi a de pais que depois do fim de relacionamentos, usam seus filhos como armas para atingir o outro genitor, colocando os próprios filhos contra aqueles que um dia foi seu companheiro e agora são desafetos mortais. Os próprios filhos são doutrinados ou ensinados a odiar pai ou mãe que não podem por motivos de força maior conviverem com seus filhos, essa interferencia psicologica tem nome e amparo na lei, foi promulgada em 2010, mais precisamente no dia 26/08 a Lei 12.318/10 lei da alienação parental, que também é uma violencia/abuso emocional.
Quem é pai ou mãe que tem que conviver vendo seu filho lhe repudiando precisa de resiliência, paciência e ciência do que o alienador é capaz de fazer para se vingar se alguém que por motivo desconhecido deseja a vingança. Problemas surgem e existem naturalmente, eles brotam, algumas pessoas se divertem causando problemas á outras pessoas, ou tentando, e, identificando o problema, fica mais fácil lidar com a situação. Já falei e acho importante ressaltar a importância de administrar o que se sente, já contei o que maus sentimentos me causaram, e com isso quero compartilhar a minha vivência na alienação parental; o desespero, a revolta, o desejo de retaliação nos impedem de pensar, analisando todas as possibilidades aceitei que não é meu dever ensinar as pessoas a não odiarem e não se vingarem, a não dissimular sentimentos, a justiça lhes da o direito de tirar a maternidade ou paternidade de genotores vingativos, mas cada um é senhor do que faz. Não acho justo usar de chantagem emocional, e/ou pressão psicologica para interferir nas escolhas de ninguém, muito menos de uma criança, pior ainda de um filho, a covardia não é um recurso inteligente de ser usado. Por isso, as melhores escolhas são admnistrar sentimentos que não causarão danos na saude fisica das pessoas, ódio causa câncer, procuro me abster de ódio, de revolta, de tristeza. Pais que são afastados de seus filhos e que são acusados de abusos fisicos e maus tratos. Sempre há o que fazer e os maiores aliados são; paciência, resiliência, respeito, justiça (não a dos homens), e saber encarar o problema de frente, SABER ENCARAR O PROBLEMA DE FRENTE, lidar com o problema da melhor maneira, sem desespero. Não é necessário se preocupar se o causador do problema vai ou não responder pelo que faz, é certo que vai, é certo também que pessoas que tem necessidade de causar problemas na vida de quem não faz mais parte da sua vida, não tem paz e tem tempo para isso. Não é fácil, mas necessário.

O Melhor Lugar

É O Que eu posso estar e me sentir bem, é na minha companhia, com as minhas reflexões, o que não me isola das pessoas do meu agrado, ou de tê las comigo, desde que as mesmas também queiram a minha presença. A minha pior prisão foi por escolha minha quando me anulei em prol de um relacionamento unilateral, eu não conseguia enxergar que eu o carregava nas costas, até chegar a hora que eu não aguentei mais e por isso fui descartada, (o melhor descarte/livramento que me ocorreu). De tudo podemos tirar aprendizado, e tive a minha punição por não me atentar a quem estava delegando a minha responsabilidade de estar bem, deixei que violentassem a minha sanidade e bem estar emocional, o que não quer dizer que eu seja uma pessoa desequilibrada, mas servi como fantoche de pessoas que se divertiam em me ver mal, enquanto eu não conseguia enxergar o prejuízo que estava acontecendo, ou não conseguia enxergar ou não conseguia sair dessa situação, até que fui expelida, expulsa, enfim, de qualquer forma de livrei de quem se cansou de me usar. Não julgo pessoas que tem a necessidade inexplicável de controlar pessoas e sustentar para pessoas ao seu redor uma personalidade totalmente alheia a real personalidade real, não julgo e nem tento entender, não tenho a necessidade de validação ou de admiração de pessoas que não interferem em nada na minha vida. Não mensuro ou calculo as perdas desses anos, prefiro focar na liberdade da minha autonomia que mais ninguem controla, opina, sem meu consentimento, ninguém mais me invade, ninguém me controla, na liberdade e no livramento de falsas declarações, de falsas promessas, de discurso não condizente com a realidade, sou livre de competição disfarçada de relacionamentos, as pessoas são livres. Prefiro estar longe de pessoas do que interferir no psicologico de pessoas para repuddiarem outras, porque as pessoas tem o arbitrio para amar livremente ou desgostar livremente de quem elas acharem que devem, sem chantagear ninguém, sem fazer pressão psicologica. Imagine que horrível não poder gostar de fulano para ter a aprovação afetiva do ciclano, quando o controlador percebe que tem o poder de manipular seu fantoche o faz sem piedade, certo de que sua vitima nunca vai ser livre, e ele se diverte com o controle.

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Meu Projeto

Há muito tempo, na verdade há anos, e não poucos, tinha em mente por em prática o meu desejo de escrever e compartilhar a minha percepção do que eu tenho passado nesta vida, infelizmente eu não fui muito criteriosa na escolha das pessoas que esperava apoio, e com isso aprendi que eu sou a pessoas que me incentiva. Ou seja, o que eu quero compratilhar é: "Seja você, a pessoa que te incentiva". Vou compartilhar parcialmente coisas que vivi e por muitos anos convivi em união estável, e tal pessoa influenciou muito (não de forma positiva, pois como expus, não fui muito razoavel na escolha da pessoa que dividi por anos a minha vida, pois tinha planos dos quais nunca sairam do papel enquanto eu estava com ela, e depois que acabou consegui por em pratica o que eu quis pra mim, agora a pessoa não deixou derealizar nada, inclusive até o que era pra eu realizar ela tomou a frente, e eu vivia na sombra desta pessoa a ponto de perder a minha identidade. O que eu quero expor aqui é a minha percepção do que eu vivi e vivo da forma mais melhorada possível. Cometi os erros mais desnecessários da minha vida, mas na hora que resolvi parar, as coisas coemçaram a melhorar. COmecei a parar de ser emocional e mais racional.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

O dia em que eu perdi o carro.
Eu perdi meu carro.... Calma, eu explico! Não, não foi por falta de pagamento de parcela, nem por causa do IPVA atrasado, eu estava trabalhando com entrega de comida, baixei um aplicativo para fazer as entregas, não tenho moto e estava chovendo, por isso tive que fazer de carro, até porque eu fazia corridas por aplicativo, sei que não é o sonho das pessoas trabalharem como motorista, mas particularmente eu gosto muito. O GPS que eu estava usando estava perdendo o sinal toda hora, acredito que o aparelho que eu estava usando não estava mais aguentando, ou a internet estava oscilando muito, na hora que o aplicativo apitou para pegar o pedido já começou a ficar recalculando rota, eu achava que ia conseguir realizar pelo menos umas sete ou oito entregas, mas não passei da primeira. Cheguei até o primeiro restaurante, peguei o pedido e fui fazer a entrega, comecei a rodar e o aplicativo me fazia ficar dando voltas nas mesmas ruas, e o combustível que eu estava usando não estava compensand iro, resolvi então deixar o carro por perto e seguir até o destino a pé, li o nome da rua onde deixei estacionado o carro, e fiz a rota a pé, o dono do pedido estava mandando mensagem perguntando devia demorar seu pedido, então me apressei, quando estava na porta o rapaz cancelou o pedido e mesmo assim eu entreguei, e pra voltar? Tinha esquecido o nome da rua onde tinha deixado o carro!!! Mesmo que tenha sido nas imediações de onde moro era um lado que eu não andava muito, do mesmo jeito que estava fazendo com o carro, comecei a rodear quarteirões, e começaram a pagar as ideias mais insanas na minha cabeça, que nunca mais acharia meu carro, me questionei o que estava acontecendo pra eu esquecer o nome da rua que eu conhecia sim, fiquei com um pouco de medo, e do mesmo jeito que eu perdi o carro também achei.... Depois de dar várias voltas no mesmo quarteirão. Quando achei o carro senti um alívio infinito, desliguei o aplicativo e fui pra casa, até essa publicação ninguém tinha conhecimento deste "meu feito". Foi umas das chegadas em casa mais feliz das chegadas felizes na minha casa. Continuei trabalhando com o aplicativo.